terça-feira, 1 de março de 2011

Princípios de Interpretação Bíblica

De nada adianta sermos excelentes comunicadores, sabermos utilizar muito bem as modernas técnicas didáticas, se entendermos mal os ensinos bíblicos, e os passarmos adiante de forma inadequada.
A disciplina da interpretação é chamada de exegese ou hermenêutica.
Existe entre os teóricos uma certa divergência nesta questão.
D. A. Carson, Ph. D. pela Universidade de Cambridge, atualmente professor de Novo Testamento na Trinity Evangelical Divinity School, em seu livro A Exegese e suas Falácias, considera todo o trabalho de interpretação como exegese.
Gordon D. Fee e Douglas Stuart, no livro Entendes o que Lês?, fazem uma diferenciação entre a exegese e a hermenêutica. Segundo eles, exegese diz respeito ao resgate do significado do texto para os leitores originais, e abrange todas as técnicas de análise histórico-crítico-gramatical, ao passo que a hermenêutica é a arte de aplicar hoje os princípios descobertos no texto.

Minha posição quanto a essa questão é que não precisamos nos preocupar com estes pormenores acadêmicos. A título de simplificação utilizo a expressão "Interpretação Bíblica" como significando todo o trabalho de interpretação, do início da análise gramatical até a aplicação final do texto para a nossa realidade atual.

Na verdade, todos lemos a Bíblia e deciframos subjetivamente o que ela significa para nós. Segundo as doutrinas do sacerdócio universal e da obra didática do Espírito Santo, cremos que qualquer cristão pode entender o conteúdo básico das Escrituras. Rejeitamos o dogma católico de que o entendimento da Palavra de Deus só pode ser adequadamente obtido através da ingerência de um magistério da Igreja ou das proposições do Papa.
Apesar disso, existem alguns princípios gerais que precisam ser conhecidos e utilizados na interpretação, principalmente pelos professores e pregadores. Nessa apostila compartilharemos os mais importantes.

Um dos grandes desafios da interpretação é cultural.
A Bíblia foi escrita para pessoas de outro tempo.
Isso pode parecer estranho, mas vou já explicar. Quando, por exemplo, o apóstolo Paulo sentou-se para escrever a sua carta aos Efésios, ele não estava pensando nos cristãos brasileiros. Sua atenção estava voltada para pessoas do século 1, que viviam dentro da cultura greco-romana-judaica.
O mesmo podemos dizer do autor do Apocalipse. Quando João escreveu sua obra, utilizou uma linguagem simbólica que era comum principalmente aos cristãos judeus de seu tempo. Em sua época, eram comuns os escritos apocalípticos, que buscavam transmitir mensagens de reforço na fé em linguagem cheia de imagens e significados ocultos.

Hoje, quando lemos a Epístola aos Efésios ou o Apocalipse, ficamos às vezes desnorteados com algumas expressões e, pior ainda, podemos compreendê-las mal. Daí podemos inferir que a primeira tarefa do intérprete bíblico é entender o que as Escrituras significaram para os seus primeiros destinatários. A partir desse ponto, é que podemos estabelecer qual a aplicação da mesma para hoje.

Serão válidos para hoje o ósculo santo, o véu no rosto para a oração (1Co 11.13, 16.20)? Para respondermos isso precisamos primeiro saber: "o que significava o ósculo e o véu na sociedade daquele tempo?" Somente a partir daí é que poderemos transpor essa barreira cultural, e fazer das Escrituras algo vivo para o homem do século vinte. Para isso existem vários instrumentos disponíveis já em língua portuguesa: dicionários e manuais, introduções e comentários, livros dedicados a reconstruir os tempos bíblicos e atlas que permitem-nos visualizar o arranjo político-geográfico dos tempos do Velho e Novo Testamentos. Além disso, todo esse conhecimento introdutório pode ser conseguido em um só volume.
Se o professor ou pregador não tem como adquirir uma biblioteca completa, poderá economizar bastante comprando uma Bíblia de Estudo, das quais sugiro a Bíblia Vida Nova, do Dr. Russel Shedd.

Nove princípios muito úteis:

É preciso distinguir entre texto descritivo e texto prescritivo. Descritivo é o texto que descreve algo, narra um acontecimento. O fato de algo ser contado na Bíblia não significa que o mesmo é regra para hoje. Os relatos históricos, por exemplo, transmitem-nos preciosas lições espirituais. No entanto, não devemos tirar deles doutrinas absolutas para nós hoje. Só podemos tirar doutrina de história se houver concordância dos textos bíblicos doutrinários, principalmente nas epístolas do Novo Testamento. Prescritivo é o texto que traz regras, ensinamentos e mandamentos para nós hoje. Vemos nas Escrituras passagens destinadas claramente à instrução e doutrinamento.

Pergunte sempre qual o significado mais simples, mais claro, mais singelo. A Bíblia é um livro que pode ser entendido por todo cristão, do erudito até o semi-analfabeto. A verdade mais clara é sempre preferível aos posicionamentos nebulosos e "profundos" (às vezes sem fundo mesmo!).Isso não significa que todo o conteúdo bíblico seja fácil de entender. Em algumas partes do mesmo, precisaremos de auxílio adicional, e aqui entra a contribuição das boas introduções, manuais e comentários. E não apenas isso. Algumas passagens, ficarão simplesmente sem interpretação, por completa falta de informação. Mesmo o maior estudioso não sabe tudo sobre a Bíblia. Por isso mesmo devemos fugir de interpretações que exijam verdadeiras ginásticas mentais. Só devemos ir ao complexo se houver indício de revelação progressiva.

Não dê atenção a textos obscuros. Pode parecer estranho, mas esse é um princípio que eu considero dos mais importantes. Alguns indivíduos tem o prazer em escarafunchar curiosidades inócuas tais como quem era o jovem nu do final do Evangelho de Marcos (Mc 14:51-52), os detalhes do batismo pelos mortos citados por Paulo em 1Co 15:29, acerca da pregação de Cristo aos espíritos em prisão, citada em 1Pe 3:18-20. Assim, perde-se tempo analisando detalhes irrelevantes. Essas questões podem parecer um "prato cheio" para os eruditos e técnicos textuais do Novo Testamento, mas, na maioria das vezes, dizem pouco ao cristão comum.Partamos do princípio que todas as principais doutrinas e ensinamentos para a nossa vida prática estão expostos de modo claro na Bíblia. Os textos complicados, porquanto bíblicos, e por isso, valiosos, não são fundamentais para a nossa fé.Ninguém vai deixar de ser salvo, por exemplo, se desconhecer o significado do número da besta, 666, de Ap 13. O trabalho do intérprete é aprender os ensinos claros e passá-los adiante.
Não devemos buscar decifrar mistérios, especializarmo-nos em uma espécie de esoterismo cristão. Tal insistência produz obsessão por posicionamentos obtusos, que não são saudáveis para a Igreja de Cristo.

A terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, o grão cheio na espiga — Mc 4.28.Algumas verdades foram reveladas em semente no Velho Testamento, e só no Novo Testamento encontramos sua plena expressão, como por exemplo o ministério de Cristo, a Igreja, a nova dimensão da guarda do sábado, a situação pós-morte, etc.Deve-se considerar a revelação progressiva no processo de interpretação. Alguém pode ler Ecl 9.5 e concluir uma doutrina errônea, afirmando que "os mortos não sabem cousa nenhuma". Os adventistas, por exemplo, fazem isso, ensinando que depois da morte a pessoa fica inconsciente, no túmulo, aguardando o dia da ressurreição. Essa é uma interpretação que desconsidera claramente a revelação progressiva. O texto de Eclesiastes não pode ser interpretado sem considerarmos as passagens do Novo Testamento que falam sobre o estado intermediário, quando estaremos com Cristo no céu aguardando a ressurreição. Nesse caso, houve uma progressão da revelação.

O melhor comentário sobre a Bíblia é a própria Bíblia. Compare os princípios encontrados com o restante das Escrituras. Se houver reafirmação da verdade, principalmente no Novo Testamento, devemos ensiná-la com convicção. Essa regra é chamada pelos intérpretes de "analogia das Escrituras", e, bem utilizada, evita uma série de erros grosseiros de interpretação.O intérprete realiza o seu trabalho convicto de que a Escritura não se contradiz. Algumas verdades são difíceis de conciliar, mas isso não significa que sejam excludentes.Um exemplo disso é a questão da responsabilidade humana e da soberania divina. Alguns afirmam que Deus é quem decreta e dirige todas as coisas. Ele domina sobre tudo, e todas as coisas ocorrem segundo o plano predeterminado pelo Senhor (Sl 139.16; Pv 21.1; Is 46.9-11; Mt 10:29; At 2.23, 4:24, 28, 13.48; Rm 8.28-30, 9.8-24; Ef 1.5, 11; I Ts 5.9; 1Pe 5.11; Ap 1.6). Outros afirmam que, na verdade, o homem é responsável diante de Deus por seus atos. A existência do mal no mundo, e as conseqüências ruins provenientes do pecado são responsabilidade dos anjos e dos homens e não de Deus (Ez 18:29). Os homens são responsáveis diante de Deus pela sua rejeição ao Evangelho de Cristo, e quem não crer no Filho de Deus trará sobre si a justa condenação (Jo 5.24, 40, 6:29, 47-51).Os cristãos bíblicos aceitam ambos os ensinos como expressão da mais pura verdade de Deus. Aqui encontramos uma antinomia. Antinomia, conforme o Dicionário Aurélio, é o "conflito entre duas afirmações demonstradas ou refutadas aparentemente com igual rigor". O problema, nas antinomias, não está na Bíblia, e sim na finitude de nossa compreensão. O fato de não entendermos alguma coisa não significa que ela esteja errada. O professor ou pregador deve ensinar tanto a soberania divina quanto a responsabilidade humana. Algumas respostas a tais questões só nos serão fornecidas na eternidade.

Cuidado com as "novas revelações".Quando falamos de interpretação, o Espírito Santo não concede nova revelação, e sim iluminação. Não há nova verdade a ser acrescentada sobre o texto bíblico. Há nova iluminação, ou seja, são-nos mostrados novos aspectos da verdade que são relevantes para a nossa situação atual. A verdade é apenas uma. As aplicações dessa verdade é que são diversas. Somos incumbidos de entender a verdade e, sob a unção do Espírito de Cristo aplicá-la. Não fomos chamados para descobrir novas coisas, mas para ensinar as velhas e maravilhosas verdades de forma nova, pois elas são sempre necessárias em nossa geração.

Observe o Contexto.Para interpretar contextualmente, há de se levar em conta o conteúdo geral de todo o documento, se ele é um discurso unificado. Então, o matiz de pensamento que circunscreve a passagem, pois que mui freqüentemente afeta ele o sentido dos termos a interpretar-se. Em algumas ocasiões, como por exemplo, numa interpretação de uma epístola, o seu "teor geral dita o sentido real da passagem".Quando desconsideramos o contexto, estamos sujeitos a errar a nossa interpretação. Um exemplo clássico é Ap 3.20: "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo". Tenho ouvido muitos pregadores que usam a passagem como uma espécie de apelo evangelístico. O convite do Senhor, no entanto, neste caso, não é dirigido aos pecadores para que eles se arrependam e creiam no evangelho. O convite de Cristo aqui dirige-se aos crentes orgulhosos. O versículo em questão faz parte da carta de Jesus à Igreja de Laodicéia (Ap 3.14). Um modo eficaz de olharmos os textos contextualmente é os observarmos em blocos redacionais.Exemplo:Evangelho de João.21 Capítulos, divididos em duas partes:caps. 1-13: O Livro dos Sinais;caps. 14-21: O Livro da Glória.Objetivo do livro: Gerar fé nos leitores, de que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Jo 20.31).Seção é uma divisão maior do livro. No caso do Ev. de João, podemos afirmar que existem duas grandes seções: Sinais e Glória.Capítulo é uma unidade menor dentro de uma seção. É interessante dividirmos os parágrafos dentro dos capítulos para entendermos melhor o texto.Perícope ou texto analisado é a unidade menor dentro de um capítulo. Pode abranger um ou mais parágrafos. O texto estudado pode abranger apenas parte de um parágrafo, ou mesmo um só versículo. É importante estabelecer a relação deste texto com o capítulo, com a seção e com o restante do livro. Essa análise ampla permite uma interpretação harmoniosa e equilibrada.A interpretação deve levar em conta toda essa estrutura textual. Chamamos de contexto imediato tudo aquilo que está próximo ao texto estudado (parágrafo e capítulo).Chamamos de contexto remoto tudo aquilo que está distante, mas ao mesmo tempo abrange o texto estudado (seção— divisões maiores da obra, e o livro como um todo).Devemos sempre perguntar ao texto: qual o contexto próximo? O parágrafo está tratando de que tema? E o capítulo? E a seção? Aqui estabeleceremos uma relação entre os elementos textuais, e estaremos mais aptos a discernir o significado da passagem.Muitos usam textos deslocados para provar as suas doutrinas preferidas.

Ao interpretarmos um texto, fujamos da interpretação alegórica. O texto normalmente significa aquilo que está escrito mesmo. Em ocasiões iremos nos defrontar com figuras de linguagem. Cristo diz, por exemplo, que ele é "a porta" (Jo 10.7). Nesse caso, o bom senso nos diz que cabe aqui uma interpretação simbólica. Em outras situações, porém, devemos cuidar para não alegorizar aquilo que é literal.Ouvi certa vez uma pregação sobre o casamento de Isaque relatado em Gn 24. O pregador disse que o servo de Abraão era um "tipo" do Espírito Santo, e que Rebeca é um símbolo da Igreja. Se formos utilizar tais artifícios em nossa interpretação, poderemos transformar o texto bíblico naquilo que quisermos. Devemos levar a Bíblia a sério. Os casos onde não estiver clara uma figura de linguagem, ou onde o estilo de literatura não for claramente figurativo, tais como nos Salmos e no Apocalipse, devemos sempre interpretar literalmente. O bom senso e a liderança do Espírito Santo nos garantirão bom resultado nessa empreitada.

Sei que, inicialmente, a observação dos nove princípios acima poderá parecer um pouco complicada. Alguns, vendo a grandeza da tarefa, poderão até pensar em desistir. Quero incentivá-los a perseverarem. Deus recompensa nosso esforço de buscarmos entender melhor a sua Palavra. A situação assemelha-se a andar de bicicleta. Nas primeiras vezes que tentamos tivemos dificuldades. Alguém nos empurrava e, mesmo com rodinhas, levávamos uns bons tombos! Com o tempo, porém, fomos adquirindo confiança e coordenação. Começamos a pedalar com firmeza e ganhamos equilíbrio. Não precisamos mais de quem nos empurrasse. Depois, foram retiradas as rodinhas, e hoje passeamos prazeirosamente com nossas bicicletas. Sentamos no selim, e nem notamos que estamos tendo de coordenar um monte de movimentos ao mesmo tempo. O mesmo ocorre com a IB. Depois de certo tempo, adquiriremos o hábito de caminhar seguindo a trilha destas nove regrinhas, e exploraremos as ruas do Antigo e Novo Testamentos. Faremos isso prazerosamente, sem tantas dificuldades. Aqui, é claro, termina a similaridade com o treinamento na bicicleta.Jamais poderemos dispensar a ajuda de nosso treinador: o Espírito Santo. Ele sempre estará conosco neste caminho, e nosso destino será a terra da boa doutrina, de onde poderemos encontrar ao Senhor Jesus Cristo, e desfrutar por ele do gostoso fruto da árvore da vida. A Ele toda honra e toda glória.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jesus, o Perfeito Conselheiro

Não é fácil aconselhar de forma disciplinada e hábil.
Há muitas técnicas de aconselhamento em uso e muitos livros sobre terapias e de autoajuda são impressos com regularidade.
E mesmo com todas estas informações, até mesmo o conselheiro profissional pode sentir-se frustado.

Seria ótimo se todas estas publicações e teorias ajudassem realmente os conselheiros a serem mais eficazes.
Mas até os conselheiros bem treinados e experimentados, que se mantêm em dia com a literatura profissional e aplicam as mais modernas técnicas, descobrem que seus aconselhados nem sempre melhoram.

Não é difícil de entender,portanto, que muitos concluam, equivocadamente, que o aconselhamento é uma perda de tempo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As 4 melhores músicas em inglês do século XXI

Se você gostou do meu post As 100 melhores músicas em inglês do século  XX, você também vai gostar desta continuação.


1 - Wherever You Will Go. Canção da banda The Calling, de 2002.
Alcançou o nº 5 na Billboard Hot 100.
http://www.youtube.com/watch?v=hHBqd_Gcy-E

2 - Misunderstood. É o segundo single do álbum Bounce, o oitavo álbum de estúdio da banda americana de hard rock Bon Jovi, de 2002.
http://www.youtube.com/watch?v=9ovN6trL_5A

3 - Jesus Was An Only Son. Canção de 2005 de Bruce Springsteen.
http://www.youtube.com/watch?v=OQoftsnFoxY

4 - Upside Down. Canção de 2006 do músico Jack Johnson. A música é a primeira faixa do álbum Sing-A-Longs and Lullabies for the Film Curious George.
http://www.youtube.com/watch?v=9r1TjVl0S0M

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

10 filmes e 3 documentários nacionais que vale a pena assistir

10 Filmes:

2 filhos de Francisco
Bezerra de Menezes - O diário de um espírito
Garrincha - a estrela solitária
Irmãos de fé
Lula - O filho do Brasil 
Meu nome não é Johnny
Olga - Muitas paixões numa só vida
Orquestra do meninos
Paraíba - vida e morte de um bandido
Quase dois irmãos

3 Documentários:

Pelé eterno
O Prisioneiro Da Grade De Ferro (auto-retratos)
Me leva Brasil

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

111 Escritores Amilenistas

1.Abraham Kuyper
2.Adam Clarke
3.Agostinho de Hipona
4.Albertus Pieters
5.Alvaro César Pestana - Sempre me perguntam!
6.Anthony A. Hoekema - A Bíblia e o futuro
7.Archibald Rughes
8.Arthur W. Pink
9.Augustus Nicodemus
10.B. H. Carroll
11.Bruce M. Metzger
12.Bruce Waltke
13.Charles E. Hill
14.Charles Lee Feinberg
15.C. J. Mahaney
16.Cornelis P. Venema
17.Cornelius Van Til
18.Craig C. Hill
19.D. H. Kuiper
20.David E. Holwerda
21.David Hoper
22.David J. Engelsma
23.David Martyn Lloyd-Jones - A Igreja e as Últimas Coisas
24.David Roper - Apocalipse
25.Dennis Allan - Um Estudo do Apocalipse de Jesus Cristo
26.Dennis E. Johnson
27.E. J. Young
28.Edgar Y. Mullins
29.Edward McDowell
30.Eusébio de Cesareia
29.Everett I Carver
30.Floyd E. Hamilton
31.Franklin Ferreira
32.G. C. Berkouwer
33.Gary Fisher - Estudo Textual - Apocalipse
34.Geerhardus Johannes Vos
35.George L. Murray
36.Graeme Goldsworthy
37.Gregory K. Beale
38.Hank Hanegraaff
39.Harald Schaly - O Pré-milenismo à luz do Amilenismo
40.Heber Carlos de Campos
41.Henry Halley
42.Herman Bavinck
43.Herman Hoeksema
44.Herman Ridderbos
45.Hernandes Dias Lopes - Apocalipse, o futuro chegou
46.Herschel Hobbs
47.Homer Hailey
48.Huldrych Zwingli
49.J. I. Packer
50.J. Ligon Duncan III
51.James P. Boyce
52.James White
53.Jason E. Robertson
54.Jay Adams
55.Jeffrey L. Townsend
56.John Gerstner
57.John L. Dagg
58.John M. Frame
59.John Murray
60.Jorge L. Trujillo
61.João Calvino
62.João Cesário Leonel Ferreira
63.Kim Riddlebarger
64.Knox White
65.L. R. Shelton
66.Lee Irons
67.Leon Morris
68.Louis Berkhof - Teologia Sistemática
69.Mark Dever
70.Martin J. Wyngaarden
71.Martinho Lutero
72.Meredith G. Kline
73.Michael Horton
74.Michael Wilcock - A Mensagem de Apocalipse
75.O. Palmer Robertson
76.Owen L. Crouch
77.Paulo Anglada
78.Philip Hughes
79.Philipp Melancthon
80.Phillip Mauro
81.R. C. H. Lenski
82.R. C. Sproul - Os últimos dias segundo Jesus
83.Ray Summers - A mensagem do Apocalipse: digno é o Cordeiro
84.Richard Barcellos
85.Richard B. Gaffin
86.Richard Pratt
87.Robert A. Peterson
88.Robert B. Strimple
89.Robert H. Mounce
90.Robert S. Rayburn
91.Robert Sungenis
92.Roger E. Dickson - O erro milenial
93.Ronald Hanko
94.Rubel Shelly - O Cordeiro e Seus Inimigos
95.Sam Storms
96.Samuel Waldron
97.Simon J. Kistemaker - Apocalipse
98.Sinclair Ferguson
99.Solano Portela
100.Stanley Grenz
101.Stephen Travis
102.Thomas F. Torrance
103.Tim Keller
104.Vern S. Poythress
105.Well Meira
106.William Barker
107.William E. Cox
108.William Hendriksen - Mais que Vencedores
109.William H. Rutgers
110.William J. Grier
111.William Masselink

sábado, 1 de janeiro de 2011

Rir é uma piada

O assunto da aula era o medo. A professora, depois de algumas
considerações começou a perguntar:
- Pedrinho, do que você tem mais medo?
- Eu? Eu tenho medo da mula-sem-cabeça.
- Mas, Pedrinho, a mula-sem-cabeça não existe. É somente uma lenda...Você não precisa ter medo.
- Mariazinha, do que você tem mais medo?
- Do saci-pererê, tia.
- Mariazinha o saci-pererê também não existe. É apenas outra lenda..Você não precisa ter medo.
- E você, Joãozinho? Do que tem mais medo?
- Do Mala Man, fessora.
- Mala Man? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Man?
- Eu também não sei, fessora. Mas toda noite minha mãe diz na oração:"E não nos deixais cair em tentação, mas livrai-nos do Mala Man"

Por que Adão não tinha sogra ?
Porque ele morava no paraíso
Uma vez Eva perguntou para Adão:
- Adão, você me ama ?
E ele respondeu resmungando:
- E eu por acaso tenho outra escolha ?

Durante a missa, numa igreja lotada, o padre interrompe o sermão e pergunta:
- Quem deseja ir para o céu, levante a mão.
Todos os presentes levantaram as mãos, menos um sujeito que estava sentado na primeira fila, caindo de bêbado.
- O senhor não quer ir para o céu quando morrer?, pergunta o padre.
-Ah... quando eu morrer, quero, sim. Pensei que o Senhor estava oraganizando a caravana para hoje.

Em certa época da história, foi dito aos egípcios:
- Eu vos ofereço um mandamento.
- Qual seria o mandamento?
- Não cometerás adultério.
- Não obrigado, isso arruinaria nossos finais de semana.
Então foi aos assírios e disse:
- Eu vos ofereço um mandamento.
- Qual seria o mandamento?
- Não roubarás.
- Não, obrigado, isso arruinaria nossa economia.
E assim foi perguntando a todos os povos, até chegar aos judeus.
- Eu vos ofereço um mandamento.
- Quanto custaria?
- Nada, é de graça.
- Então manda dez de uma vez!

Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o numero 7, ainda
coloca um pequeno traçinho no número. Oficialmente, este pequeno traço
não existe,como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do
seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua
teclado.Vocês sabem a origem deste costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos
bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os
10 mandamentos. Em voz alta, ele foi anunciando à multidão, um por um.
Quando chegou no Sétimo Mandamento, Moisés disse:
Não desejarás a mulher do próximo...!
Um breve silêncio... E a multidão rompeu, gritando em coro: risca o
sete.... risca o sete...!

Ajoelhada diante do altar, a mulher rezava:
- Senhor, eu lhe peço sabedoria para entender meu homem, amor para perdoá-lo e paciência para poder aturá-lo. Só não me dê força , senão eu bato nele até matá-lo!



4 DICAS JUDAICAS
Nº 1- Isaquinho, vai pegar martelo na casa de Abraão.
- Abraão não está, pai.
- Pega martelo na casa de Jacó.
- Jacó emprestou martelo pra Levi.
- Então vai pegar martelo com Levi.
- Levi foi viajar.
- Então pega nosso martelo mesmo!

Nº 2 O judeu convertido vai se confessar:
- Padre, há 20 anos, eu abriguei um refugiado da guerra. Qual o meu pecado?
- Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!
- Mas, padre, eu cobrei aluguel dele.
- Tem razão, meu filho, isso é pecado! Reze 3 Ave-Marias.
- Só mais um pergunta, padre! Devo falar pra ele que a guerra acabou?

Nº 3 O Jacob vai colocar um anúncio no jornal.
- Gostaria de colocar um nota fúnebre do morte de meu esposa, diz ao atendente.
- Pois não, quais são os dizeres?
- Sara morreu!
- Só isso? espanta-se o rapaz.
- Sim, Jacob não quer gastar muito.
- Mas o preço mínimo permite até 5 palavras.
- Então coloca: ‘Sara morreu. Vendo Monza 94.’

Nº 4 Jacob levou o Jacozinho, seu filho de 6 anos, a um parque de diversões.
Dentre as atrações existia um que chamou em especial a atenção do garoto:
‘Vôo panorâmico de helicóptero’.
- Quero levar minha filhinho pra passear, disse Jacob ao piloto.
- São US$ 100,00, foi a resposta.
Lógico que o judeu não aceitou e como o garoto começou a chorar o piloto propôs uma solução:
- Eu levo você e seu filho. Se você não gritar durante o passeio eu não cobro nada.
E assim foi. Durante o vôo o piloto deu rasantes, piruetas, desceu e subiu bruscamente e Jacob, com os olhos arregalados, mudo como uma rocha…
Quando a nave pousou, o piloto perguntou a Jacob:
- Em nenhum momento você deu um pio sequer… não sentiu medo e vontade de gritar?
- Eu sentir muito medo e quase gritei, principalmente quando meu filho Jacozinho caiu

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Eu não posso dizer...


Não posso dizer: “ PAI NOSSO” – se não vejo que todas as pessoas podem ser meus irmãos.

Não posso dizer: “QUE ESTAIS NO CÉU” – se o que me preocupa são as minhas conquistas na terra.

Não posso dizer: “SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME” – se a minha vida é uma imagem falsa do Pai.

Não posso dizer: “VENHA A NÓS O VOSSO REINO”– se não deixo o Seu amor crescer em mim.

Não posso dizer: “SEJA FEITA A VOSSA VONTADE”– se o que importa é o que eu quero.

Não posso dizer: “ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU”– se meus atos não me permitem entrar no reino de Deus.

Não posso dizer: “O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAR HOJE”– se não sou capaz de repartir meu pão com os necessitados.

Não posso dizer: “PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO”– se eu não perdoo.

Não posso dizer: “E NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL”– se fecho os olhos à mão estendida, os ouvidos aos pedidos, se fujo das minhas responsabilidade na construção de um mundo melhor.

Não posso dizer: “AMÉM”– porque minto se não aceito tudo isso.